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quarta-feira, 31 de outubro de 2007

O que é ideologia?

Marilena de Souza Chauí

(...)

"A história da natureza, ou ciência natural, não nos interessa aqui, mas teremos que examinar a história dos homens, pois quase toda ideologia se reduz ou a uma concepção distorcida desta história ou a uma abstração completa dela. A própria ideologia não é senão um dos aspectos desta história".

Sabemos que Marx concebe a história como um conhecimento dialético e materialista da realidade social. Sabemos também que entre as várias fontes dessa concepção encontra-se a filosofia hegeliana, criticada por Marx, mas conservada em aspectos essenciais por ele. Para que a concepção marxista de história, da qual depende sua formulação de ideologia, fique um pouco mais clara para nós, vale a pena lembrarmos aqui alguns aspectos da concepção hegeliana.

De maneira esquemática (e, portanto, muito grosseira), podemos caracterizar a obra hegeliana como:
1) um trabalho filosófico para compreender a origem e o sentido da realidade como Cultura. A Cultura são as relações dos homens com a Natureza pelo desejo, pelo trabalho e pela linguagem, as instituições sociais, o Estado, a religião, a arte, a ciência e a filosofia. É o real enquanto manifestação do Espírito. Não se trata, segundo Hegel, de dizer que o Espírito produz a Cultura, mas sim de que ele é a Cultura, pois ele existe encarnado nela;
2) um trabalho filosófico que define o real pela Cultura e esta pelo movimento de exteriorização e de interiorização do Espírito. Ou seja, o Espírito se manifesta nas obras que produz (é isto sua exteriorização) e quando sabe ou reconhece que é o produtor delas, interioriza (compreende) essas obras porque sabe que elas são ele próprio. Por isso o real é histórico. Ele não tem história, nem está na história, mas é história;
3) um trabalho filosófico que revoluciona o conceito de história por três motivos:
- em primeiro lugar, porque não pensa a história como uma sucessão contínua de fatos no tempo, pois o tempo não é uma sucessão de instantes (antes, agora, depois; passado, presente, futuro), nem é um recipiente vazio onde se alojariam os acontecimentos, mas é um movimento dotado de força interna, criador dos acontecimentos. Os acontecimentos não estão no tempo, mas são o tempo;
- em segundo lugar, porque não pensa a história como uma sucessão de causas e de efeitos, mas como um processo dotado de uma força ou de motor interno que produz os acontecimentos. Esse motor interno é a contradição. Em geral, confundimos contradição com oposição, mas ambos são conceitos muito diferentes. Na oposição existem dois termos, cada qual dotado de suas caracterísiticas e de sua própria existência, e que se opõem quando, por algum motivo, se encontram. Isto significa que, na oposição, podemos tomar os dois termos separadamente , entender cada um deles, entender por que se oporão se se encontrarem e, sobretudo, podemos perceber que eles existem e se conservam, quer haja ou não haja a oposição. Assim, por exemplo, poderíamos imaginar que os termos 'senhor' e 'escravo' são opostos, mas isto não nos impede de tomar cada um desses conceitos separadamente, verificar suas características e compreender por que se opõem. A contradição, porém, não é isto. Na contradição só existe a relação, isto é, não podemos tomar os termos antagônicos fora dessa relação. São criados por essa relação e transformados nela e por ela. Além disso, a contradição opera com uma forma muito determinada de negação, a negação interna. Ou seja, se dissermos 'o caderno não é o livro', essa negação é externa, pois, além de não definir qualquer relação interna entre os dois termos, qualquer um deles pode aparecer em outras negações, visto que podemos dizer: 'o caderno não é o livro, não é a pedra, não é a casa, não é o homem, etc., etc.'. A negação é interna quando o que é negado é a própria realidade de um dos termos, por exemplo, quando dizemos: 'A é não-A'.
Só há contradição quando a negação é interna e quando ela for a relação que define uma realidade que é em si mesma dividida num pólo positivo e num pólo negativo, pólo este que é o negativo daquele positivo e de nenhum outro. Por exemplo, quando dizemos 'a canoa é a não-árvore', definimos a canoa por sua negação interna, ela é a árvore negada, suprimida como árvore pelo trabalho do canoeiro. O trabalho do canoeiro consiste em negar a árvore como uma coisa natural, transformando-a em coisa humana ou cultural, isto é, na canoa. Numa relação de contradição, portanto, os termos que se negam um ao outro só existem nessa negação. Assim, o escravo é o não-senhor e o senhor é o não-escravo e só haverá escravo onde houver senhor e só haverá senhor onde houver escravo. Podemos dizer que o escravo não é a pedra e que o senhor não é o cavalo, mas essas negações externas não nos dizem o que são um senhor e um escravo. Somente quando o senhor afirma que o escravo não é homem, mas um instrumento de trabalho, e somente quando o escravo afirma sua não humanidade, dizendo que só o senhor é homem, temos contradição. Porém, o aspecto mais fundamental da contradição é que ela é um motor temporal: ou seja, as contradições não existem como fatos dados no mundo, mas são produzidas. A produção e a superação das contradições é o movimento da história. A produção e a superação das contradições revela que o real se realiza com luta. Nesta, uma realidade é produzida já dividida, já fraturada num pólo positivo e num pólo negativo que nega o primeiro, essa negação sendo a luta mortal dos contrários e que só termina quando os dois termos se negam inteiramente um ao outro e engendram uma síntese. Esta é uma realidade nova, nascida da luta interna da realidade anterior. Mas essa síntese ou realidade nova também surgirá fraturada e reabre a luta dos contraditórios, de sua negação recíproca e da criação de uma nova síntese;
- em terceiro lugar, portanto, porque não pensa a história como sucessão de fatos dispersos que seriam unificados pela consciência do historiador, mas, sim, pensa a história como processo contraditório unificado em si mesmo e por si mesmo, plenamente compreensível e racional. Por isso Hegel afirma que o real é racional e o racional é real;
4) um trabalho filosófico que concebe a história como história do Espírito. Este começa se exteriorizando ou se manifestando na produção das obras culturais (sociedade, religião, arte, política, ciência, filosofia, técnicas, etc.) numa perpétua divisão consigo mesmo, isto é, a produção do Espírito são contradições que vão sendo superadas por ele e repostas com novas formas por ele mesmo. Esse trabalho espiritual prossegue produzindo novas sínteses (novas culturas), até que o Espírito termina seu trabalho, compreende que o realizou, que a Cultura é sua obra, e se reconcilia consigo mesmo. A história é o movimento pelo qual o que o Espírito é em si (compreensão de sua obra como realização sua). Esse momento final chama-se filosofia. A filosofia é a Memória da história do Espírito, e por isso Hegel diz que ela começa apenas quando o trabalho histórico terminou. Ela é como o pássaro de Minerva (a deusa da sabedoria), que só abre asas na hora do crepúsculo;
5) um trabalho filosófico que pensa a história como reflexão. Reflexão significa: volta sobre si mesmo. Em geral, considera-se que somente a consciência é capaz dessa volta sobre si, isto é, de conhecer-se a si mesma como consciência. Só a consciência seria capaz de reflexão. Para Hegel, essa reflexão da consciência é apenas uma forma menor da verdadeira reflexão, que é a do Espírito. Este se exterioriza em obras, mas é capaz de reconhecer-se como produtor delas, é capaz de compreender-se ou de interiorizar sua criação. O Espírito 'sai para fora de si', criando a Cultura, e 'volta para dentro de si', reconhecendo sua produção, fazendo com que o que ela é, em si, seja também para si. Nesta medida, a história é reflexão. E o Espírito é o Sujeito da história, pois somente um sujeito é capaz de reflexão;
6) um trabalho filosófico que procura dar conta do fenômeno da alienação. Em geral, considera-se que o exterior (as coisas naturais, os produtos do trabalho, a sociedade, etc.) é algo positivo em si e que se distingue do interior (a consciência, o sujeito). Hegel mostra que o exterior e o interior são as duas faces do Espírito, são dois momentos da vida e do trabalho do Espírito. Essas duas faces aparecem como separadas, mas essa separação foi produzida pelo próprio Espírito, ao se exteriorizar nas obras e ao se interiorizar compreendendo sua produção. Ora, quando a interiorização não ocorre, isto é, quando o Sujeito não se reconhece como produtor das obras e como sujeito da história, mas toma as obras e a história como forças estranhas, exteriores, alheias a ele e que o dominam e perseguem, temos o que Hegel designa como alienação. Esta é a impossibilidade do sujeito histórico identificar-se com sua obra, tomando-a como um poder separado dele, ameaçador e estranho.;
7) um trabalho filosófico que diferencia imediato e mediato, abstrato e concreto, aparência e ser. Imediato, abstrato e aparência são sinônimos; não significam irrealidade e falsidade, mas sim o modo pelo qual uma realidade se oferece como algo dado, como um fato positivo dotado de características próprias e já prontas, ordenadas, classificadas e relacionadas por nosso entendimento. Mediato, concreto e ser são sinônimos: referem-se ao processo de constituição de uma realidade através de mediações contraditórias. O conhecimento da realidade exige que diferenciemos o modo como é concretamente produzida. Imediato, abstrato e aparência são momentos do trabalho histórico negados pela mediação, pelo concreto e pelo ser. Isto significa que esses termos são contraditórios e reais. Sua síntese é efetuada pelo espírito. Essa síntese é o que Hegel denomina: conceito.
Esses vários aspectos do pensamento hegeliano (aqui grosseiramente resumidos) constituem a dialética, ou seja, a história como processo temporal movido internamente pelas divisões ou negações (contradição) e cujo Sujeito é o Espírito como reflexão. Essa dialética é idealista porque seu sujeito é o Espírito, e seu objeto também é o Espírito. Em última instância, portanto, a história é o movimento de posição, negação e conservação dasi Idéias - unidade do sujeito e do objeto da história, que é Espírito." (Chauí, 1988:34-42).

Vale a pena saber mais:
CHAUÍ, Marilena de Souza. O QUE É IDEOLOGIA. Brasiliense, 27ªEdição, São Paulo:1988

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Um caminho excelente: AMOR


"Portanto, procurai com zelo os melhores dons; e eu vos mostrarei um caminho mais excelente.

AINDA que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria. E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.

O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;

Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos; Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor". (I Corintios 12:31 a 13:13)

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Educação lúdica e generosidade!

De que maneira jogar o game do vocabulário de inglês pode ajudar-me?

A aprendizagem de um novo vocabulário traz benefícios enormes. Pode ajudá-lo(a) a:

  1. Articular melhor suas idéias;
  2. Escrever melhor artigos, emails e cartas comerciais;
  3. Falar de modo mais preciso e mais persuasivo;
  4. Compreender melhor o que você lê;
  5. Ler mais rápido porque você compreende melhor;
  6. Obter melhores notas na escola, no colégio e na faculdade;
  7. Obter pontuação mais elevada em testes como SAT, GRE, LSAT e GMAT (requeridos para ingresso em universidades estrangeiras ou empresas multinacionais);
  8. Obter melhor desempenho em entrevistas de emprego e conferências;
  9. Promover melhor sua imagem, seus serviços e seus produtos;
  10. Ser mais efetivo e bem sucedido em seu trabalho.

    Doe alimentos aos famintos do mundo: http://freerice.com/index.php

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

IDEOLOGIA DOMINANTE: Uma sucessão de fatos históricos

TOMÁS DA FONSECA, Professor e Escritor nasceu em Laceiras (Mortágua) em 10 de Março de 1877 e morreu em Lisboa, a 12 de Fevereiro de 1968.

TOMÁS DA FONSECA foi perseguido, preso, dezessete dos seus livros foram proibidos pela censura fascista, mas nunca desistiu, jamais capitulou. Era um homem que não acreditava em Deus, publicou em 1909 um livro que fez época: "SERMÕES DA MONTANHA", hoje quase ignorado pelas gerações atuais. Na passagem dos 30 anos da sua morte desejamos evocá-lo com um pequeno mas atual excerto da já citada Obra.

SERMÕES DA MONTANHA

Excertos

"... Sempre que uma grande e luminosa descoberta fornece benefícios aos mortais, facilitando e adoçando a vida, logo surgem os padres nos púlpitos, condenando-a como obra contra Deus e contra a fé de nossos pais.

Foi deste modo que perseguiram, sacrificaram e desonraram (quantos morreram cobertos de ignomínia e de miséria irresgatável!) Copérnico, que descobrira o movimento da Terra; Newton e La Place, que ensinaram o sistema do mundo; Franklin e Dawis, que abrigaram do raio e das explosões do grisu; Galvani e Volta, que revelaram as correntes eléctricas, hoje dominadoras do mundo; Wheratstone e Morse, que, por meio do telégrafo, fizeram voar o pensamento com a velocidade dum raio... Perseguiram Bacon e Descartes, ultrajaram Look e Espinosa.

Le Bon, que iluminou as cidades a gás, foi obrigado a emigrar; Galileu, que nos legou o termómetro, a balança hidrostática e nos revelou o movimento da Terra, foi agarrado e torturado pelo dedo de Deus, nesse tempo ao serviço da Inquisição; Rousseau, que nos ensinou a arte de educar as crianças, foi um dos homens mais perseguido e mais repetidas vezes condenado pela igreja.

Para saber mais:
http://www.geocities.com/Paris/Rue/5214/tomaz_fonseca.htm

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Irmão Moacir: um testemunho de FÉ em meio à provação!

Reproduzo abaixo, a título de compartilhamento e singela homenagem ao pai do Amílcar (meu amado irmão em Cristo), os últimos e-Mails trocados por ocasião da passagem de seu progenitor
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Amílcar Amaral Couto
para mim
mostrar detalhes
18 out (20 horas atrás)


Meu amigo, você tem a minha autorização. Esta homenagem me deixa muito feliz. O meu pai merece.

Abraços

Amilcar
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Amílcar,
"Segundo a minha intensa expectação e esperança, de que em nada serei confundido; antes, com toda a confiança, Cristo será, tanto agora como sempre, engrandecido no meu corpo, seja pela vida, seja pela morte. Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho. Mas, se o viver na carne me der fruto da minha obra, não sei então o que deva escolher. Mas de ambos os lados estou em aperto, tendo desejo de partir, e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor. Mas julgo mais necessário, por amor de vós, ficar na carne. E, tendo esta confiança, sei que ficarei, e permanecerei com todos vós para proveito vosso e gozo da fé, para que a vossa glória cresça por mim em Cristo Jesus, pela minha nova ida a vós. Somente deveis portar-vos dignamente conforme o evangelho de Cristo, para que, quer vá e vos veja, quer esteja ausente, ouça acerca de vós que estais num mesmo espírito, combatendo juntamente com o mesmo ânimo pela fé do evangelho". (Filipenses 1:20-27)

Meus sentimentos por sua irreparável perda. Meu pai tem 84 anos e minha mãe tem 73. Estive com eles no último final de semana e me regozijei em poder desfrutar de suas companhias, porém já antevejo o dia em que isso não será mais possível.

Assim como você, conforto-me na Palavra de Deus e no Espírito Santo que nos dão a certeza de que aqueles em quem reside e está posto o Espírito do Senhor como selo para o dia da redenção, a estes está assegurada a presença de Deus por toda a eternidade. "E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual estais selados para o dia da redenção". (Efésios 4:30)

Shalom Adonai!
Adauto.

PS.: Peço-lhe autorização para publicar em meu blog o inteiro teor dessa nossa correspondência, como minha homenagem pessoal ao seu pai (que eu não conheci) e como um testemunho vivo da esperança que nos conforta mesmo em meio ao vale da sombra da morte.

"Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam". (Salmo 23:4

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Em 17/10/07, Amílcar Amaral Couto escreveu:


Meu amado irmão Adauto, infelizmente meu paizinho querido não resistiu à doença e faleceu no último dia 21 de setembro. Durante um bom tempo estive muito deprimido e triste. Aos poucos vou tentando me refazer, buscando conforto em nosso Pai Celestial.

O meu conforto se baseia na certeza de que meu pai foi um cristão autêntico que amava muito a obra do Senhor. Sei que ele hoje curte com muita alegria o Paraíso destiando àqueles que cumpriram com determinação a missão aqui na terra.

Mais uma vez agradeço a sua sempre generosa atenção para comigo e para com minha família.

Abraços do amigo

Amilcar
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De: Adauto da Costa Santos
Enviada em: terça-feira, 16 de outubro de 2007 14:58
Para: Amílcar Amaral Couto
Assunto:
Re: FW: Ter fé
Grato por suas impressões.
Como tem passado o irmão Moacir? Novidades?
Adauto.
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Em 16/10/07, Amílcar Amaral Couto escreveu:


Caro irmão,

Visitei o seu blog e gostei muito. Pretendo em breve deixar o meu comentário. Parabéns pela iniciativa.

Abraços do mano

Amilcar

De: Adauto da Costa Santos
Enviada em: quinta-feira, 4 de outubro de 2007 17:12
Para:
Assunto:
Re: FW: Ter fé
Mano(a),
Visite meu blog e deixe seu comentário:
http://www.didaskalous.blogspot.com
Shalom Adonai!
Adauto
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"A fé é a certeza de que vamos receber as coisas que esperamos e a prova de que existem coisas que não podemos ver". Hebreus 11:1

CINEMA E ESPIRITUALIDADE

Por Adauto Suannes

"Existe algo mágico nos filmes. A pessoa que você vê está ao mesmo tempo em algum outro lugar. Esse é um atributo de Deus." (Joseph Campbell)

Impressiona-me enormemente o comodismo daqueles que se dizem positivistas e que, por isso, encaram a relação Estado/criminoso como mera equação matemática: tal crime, tal pena. Algo tanto mais incompreensível quando se percebe facilmente o viés religioso da atividade dos juízes (a toga dos sacerdotes, a solenidade catedralícia dos prédios dos tribunais, a referência ao local em que o pecador ficará recluso: penitenciária).

Há, por outro lado, um indisfarçado medo desse conteúdo religioso da atividade judicial, que está presente até mesmo na referência à busca do Santo Graal da "verdade real" (quid est veritas), indagava um colega dos nossos juízes há tantos séculos) e na utilização leviana de um atributo exclusivo do Criador: a justiça. Medo incompreensível se considerarmos que a religião (religação) nos cerca, quer queiramos vê-la quer não, visto não estar ela separada da própria vida, como nos mostra diuturnamente o cinema, por exemplo...

Leia o artigo na íntegra: http://www.migalhas.com.br/mig_circus.aspx?lista=S&cod=47469

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Carta do PAM SETEMBRO OUTUBRO/2007

Assunção (Paraguai), OUTUBRO de 2007.

“Portanto vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos”.
Mateus 28:19-20 (NVI)

Prezado irmão Missionário Sustentador,

Estamos em outra nação, além das fronteiras do nosso Brasil, obedecendo esta Grande Comissão. Com sua participação, através das orações e ofertas, tem sido possível fazermos novos discípulos.

No início de outubro tivemos batismos em nossa igreja, cada um com uma linda História de vida e conversão, infelizmente não tenho espaço para contar o testemunho de todos, mas não vou deixar “passar em branco”.

Um dos batizados foi um garoto de 10 anos, chamado carinhosamente de Marquito. Em 2003 estivemos no Paraguai pela primeira vez, conhecemos Marquito quando era aluno do PEPE, tratamos de seus dentes e nos tornamos amigos. Marquito deixou Jesus entrar em seu coração, tem crescido fisicamente e espiritualmente.

Agora ele está na quarta série do Ensino Fundamental, é o primeiro aluno da classe, tem um lindo sorriso sem cáries e agora é mais um Batista no Paraguai. Sua mãe não veio para assistir o Batismo, ele e sua irmã moram com a avó, com muita dificuldade financeira ela está criando estas duas crianças que foram abandonadas pela mãe.

O que seria deles se não conhecessem a Palavra de Deus? Certamente estariam sem estudar e na rua vendendo algo, mas felizmente Jesus está fazendo diferença na vida desta família.

Pedro é um jovem, começou a freqüentar a União de jovens aos sábados, deixou Cristo ser o Senhor absoluto de sua vida, quer que todos seus amigos e parentes também conheçam e reconheçam Jesus Cristo como Salvador. Num tempo que os jovens não querem saber de Jesus, ainda temos alguns jovens que estão dando bom testemunho e apresentando a mensagem de salvação e esperança para outros jovens.

Com toda sinceridade, quando vejo essas vidas restauradas, alegres testemunhando que só Jesus Cristo Salva, digo com alegria e emocionado, valeu ter deixado o Brasil, consultório, amigos, parentes e ter vindo para outra nação cumprir a Grande Comissão.

Louvo a Deus por sua vida, pois você faz parte desta História e vitória. Sozinhos não conseguiríamos fazer nada em outra nação, mas você tem participado orando, contribuindo, escrevendo nos incentivando, realizando campanhas em sua igreja... Você tem participado ativamente conosco na realização da Grande Comissão, muito obrigado por sua ajuda!!!

Continuamos contando com suas orações, por favor, ore por esses novos irmãos, que permaneçam firmes na fé. Também ore por nossa família e por todas as viagens e atividades que realizaremos até o final do ano.

Estamos orando por todos vocês que tem participado conosco nesta caminhada, por sua fidelidade em orar e contribuir. Sabemos que você também tem suas lutas no dia-a-dia, por isso oramos, para que Deus o ajude vencer as batalhas e lhe dê prosperidade.

Um grande abraço, da sua família missionária,
Juntos cumprindo a Grande Comissão,
Paulo, Teresa, Thiago e Sylvia
Missionários dentistas servindo no Paraguai.

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Uma perspectiva relacional no conhecimento de DEUS

Réplica ao artigo: “Teologia relacional: um novo deus no mercado”
de Augustus Nicodemus

Adauto da Costa Santos[1]

Da leitura do artigo “Teologia relacional: um novo deus no mercado”, do teólogo Augustus Nicodemus (cujo título já é uma provocação por si só), publicado na última edição da Revista Ultimato (Abril/2005), periódico que leio e aprecio desde os tempos em que estudava teologia na Faculdade Teológica Batista de Brasília, lá pelos idos das décadas de 1980/90, descobri um novo rótulo ou estereótipo com o qual prontamente me identifiquei: teólogo relacional.

Aos 48 anos de idade, embora nascido em lar cristão (posto serem meus pais oriundos das igrejas Metodista e Congregacional), só agora assumo finalmente um rótulo após 28 anos de conversão e engajamento eclesiástico ativo, já que não há como fugir à tendência comum ao enquadramento, à classificação, à categorização das pessoas, mesmo nos “arraiais evangélicos”, pecha esta bem conveniente aos fins da manobra fisiológica e utilitarista das massas ignaras (Maquiavel tem feito escola também nos ditos arraiais).

No entanto, ouso refutar com temor e tremor (Judas 1:9) a postura autoritária e o ranço medieval com que o nobre Augustus elabora a inicial de um verdadeiro processo inquisitorial, no qual identifica, rotula, julga, condena e excomunga os ditos “teólogos relacionais”, por prestar-se tal abordagem mais à divisão do Corpo e não à edificação (1ª Coríntios 8:1b) da Igreja do Senhor, antes a dilacera com uma análise superficial, rasa e distorcida da matéria (para saber mais sobre as origens da Teologia do Processo, leia: “MAN´s VISION OF GOD”, de Charles Hartshorne).

Enfim, se fomos feitos Ministros da Reconciliação (2ª Coríntios 5:18), a quem interessa a opção anti-intelectual e destituída de misericórdia e graça de algumas lideranças religiosas em nosso meio, posto que dotadas de posturas assim tão flagrantemente arrogantes, senão à lupina e voraz expropriação do rebanho?

Vamos ao ponto:

A cruz, simbolicamente, nos desafia a uma perspectiva relacional com o próprio Deus e com o próximo, pois o braço horizontal induz-nos a aprofundar relacionamentos fraternos significativos, como pré-requisitos para a efetividade de nosso relacionamento com Deus, este simbolizado na trave vertical (1a. João 3:10-14). A Lei Mosaica, através dos Dez Mandamentos já prenunciava isto, pois os cinco primeiros mandamentos verticalizam nossa relação com Deus e os cinco últimos horizontalizam nossa relação com o próximo. O mesmo se observa também na oração modelo que o Senhor nos deixou: o Pai Nosso (Mateus 6:9-18).

Eis o desafio da verdadeira oração: aprofundar relacionamentos edificantes em amor (Hebreus 6:17-20; João 11:41,42). ORAR e AGIR sem cessar (Filipenses 4:4-21) é a dinâmica da vida cristã autêntica. Contemplação e Catarse, como ritos e superstições, não são disciplinas espirituais, mas práticas místicas que infelizmente vêm se tornando muito populares em nosso meio em conseqüência da visão equivocada que muitos ainda têm da verdadeira essência de Deus.

Em complemento à citação parcial feita pelo articulista (Jó 42:1-5), embora “sem conhecimento absoluto” (1ª Cor. 13:9-12) mas não para “obscurecer o conselho”, senão para expor-me à luz da verdade (João 3:21), procuro fundamentar abaixo a saudável investigação racional acerca da natureza da divindade, postura notória até mesmo no desenlace da revelação progressiva experimentada pelo próprio Jó, que interpreto como dialética e não absolutista, posto que autorizada pelas Sagradas Escrituras, aquelas mesmas que nos exortam a observar o mandamento supremo do amor ao próximo como a si mesmo e a Deus sobre todas as coisas.

Mas que Deus ? Eis a questão. O Deus distante e indiferente dos Teístas Clássicos, irrelevante expectador do desenrolar dos fatos, que o próprio articulista admite não satisfazer mas que, sabe-se lá se por medo das implicações (1ª João 4:18,20), lhe é conveniente não aprofundar? Ou o Imanente Emanuel que hoje nos explicita a essência divina (Hebreus 1): JESUS CRISTO?

No franco exercício de meu Livre Arbítrio, opto pelo Cristo que, por amor (João 3:16, 1ª João 4:8,16), humilha-se e assume a forma de servo obediente até à morte, e morte de cruz (Filipenses 2). Creio no Deus de Abraão, Isaque e Jacó que se apresenta historicamente sensível aos clamores dos hebreus pecadores, diante do protagonista humano Moisés, do meio de uma sarça ardente (Êxodo 3), enviando-o aos seus irmãos aflitos sob o jugo dos exatores egípcios, para livrá-los da escravidão. Há quem diga até que “Deus não tem mãos senão as nossas” (João 11:38-40).

Sim, creio em um Deus responsável (não por tudo o que se passa), soberano (não absoluto), incomparável e insuperável que, no entanto, exerce positivamente seu arbítrio ao conferir ao homem por Ele criado à sua imagem (autônomo e não autômato) parcela expressiva de seu poder e, naturalmente, também de sua responsabilidade sobre sua Criação (Gênesis 1:26-31). Doutra forma, como justificar doutrinas bíblicas clássicas como o Livre Arbítrio (Gênesis 3), a Responsabilidade Pessoal (Ezequiel 18), o Juízo Final (Lucas 16:20-25; 2ª Pedro 3:7, 1ª João 4:17, Apocalipse 22), entre tantas outras mutuamente includentes? Afinal, o próprio Senhor Jesus Cristo, embora potencialmente apto a intervir sobrenaturalmente na circunstância de sua prisão no Getsêmani, optou por restringir-se (Mateus 26:51-54) para que se cumprisse a Escritura.

Quanto ao conhecimento divino acerca do futuro, não pode mesmo ser absoluto já que o futuro ainda não existe, senão como possibilidade (Lucas 14:28-33 - “quem tem ouvidos para ouvir, ouça!”). Deus projetou para suas criaturas, em seu “Plano A”, as possibilidades alternativas e mutuamente excludentes da árvore da vida ou da árvore do conhecimento do bem e do mal (Gênesis 3), facultando-lhes a oportunidade de divergir a qualquer momento, ainda que avisadas de que estariam sujeitas às conseqüências como responsáveis por sua opção autodeterminada. Tal se verifica na história subseqüente, também com Esaú no episódio da venda de sua primogenitura (Gênesis 25:22-34; Hebreus 12:16,17) ou Judas no episódio da traição ao Mestre (João 12:6; Mateus 26:3). Doutra sorte não haveria necessidade de um “Plano B” (Romanos 8:29) para a redenção de todo o que crer (João 3:18; Romanos 10:9; 1ª João 3:20) compatível com a ignorância dos inimputáveis e de quem sequer for alcançado pela pregação do Evangelho (Atos 17:30, Romanos 2:11-16; Isaías 35:8).

A propósito, cai como uma luva a transcrição abaixo, principalmente por citar o autor de um opúsculo de leitura densa porém altamente recomendável a todo cristão sério e intelectualmente honesto: CRER É TAMBÉM PENSAR, de John Stott.

“Buda de pernas cruzadas e Jesus de braços abertos
Em suas viagens à Ásia, várias vezes John Stott permanecia parado em atitude de respeito diante de uma estátua de Buda. Lá estava o fundador do budismo nascido há mais de 500 anos antes de Cristo, com “as pernas cruzadas, os braços dourados, os olhos fechados, o fantasma de um sorriso nos lábios, sereno e silencioso, com um olhar distante na face, desligado das agonias do mundo”.
Então, em sua imaginação, Stott voltava-se para outra pessoa, para “aquela figura solitária, retorcida, torturada sobre a cruz, com pregos lhe atravessando as mãos e os pés, com as costas dilaceradas, distorcidas, a testa sangrando nos pontos perfurados por espinhos, a boca seca, sedenta ao extremo, mergulhada na escuridão do esquecimento de Deus”.
A visão do Buda de pernas cruzadas e a do Jesus de braços abertos levou Stott a escrever:“[Jesus] colocou de lado a sua imunidade para sentir a dor. Ele entrou em nosso mundo de carne e sangue, lágrimas e morte. Ele sofreu por nós, morrendo em nosso lugar, a fim de que pudéssemos ser perdoados. Nossos sofrimentos tornaram-se mais suportáveis à luz do Cristo crucificado” (Por Que Sou Cristão, p. 68).”

[1] Servo de Deus, Membro da Segunda Igreja Batista do Plano Piloto em Brasília – DF, Secretário do Plano de Gratidão do Campo Brasília-Sudoeste de Os Gideões Internacionais, Analista de Sistemas Sênior da ECT, Ex-seminarista da Faculdade Teológica Batista de Brasília.

A SENTENÇA DE CRISTO

Transcrição de Cópia autêntica da sentença de Pilatos, no processo de Jesus Cristo, existente no Museu da Espanha. Esta peça tem grande interesse histórico.

"No ano dezenove de TIBÉRIO CÉSAR, Imperador Romano de todo o mundo, monarca invencível na Olimpíada cento e vinte e um, e na Elíada vinte e quatro, da criação do mundo, segundo o número e cômputo dos Hebreus, quatro vezes mil cento e oitenta e sete, do progênio do Romano Império, no ano setenta e três, e na libertação do cativeiro de Babilônia, no ano mil duzentos e sete, sendo governador da Judéia QUINTO SÉRGIO, sob o regimento e governador da cidade de Jerusalém, Presidente Gratíssimo, PÔNCIO PILATOS; regente na baixa Galiléia, HERODES ANTIPAS; pontífice do sumo sacerdote, CAIFÁS; magnos do templo, ALIS ALMAEL, ROBAS ACASEL, FRANCHINO CEUTAURO; cônsules romanos da cidade de Jerusalém, QUINTO CORNÉLIO SUBLIME e SIXTO RUSTO, no mês de março e dia XXV do ano presente,EU, PÔNCIO PILATOS, aqui Presidente do Império Romano, dentro do Palácio e arqui-residência, julgo, condeno e sentencio à morte, Jesus, chamado pela plebe - CRISTO NAZARENO - e galileu de nação, homem sedicioso, contra a Lei Mosaica - contrário ao grande Imperador TIBÉRIO CÉSAR.Determino e ordeno por esta, que se lhe dê morte na cruz, sendo pregado com cravos como todos os réus, porque congregando e ajustando homens, ricos e pobres, não tem cessado de promover tumultos por toda a Judéia, dizendo-se filho de DEUS e REI DE ISRAEL, ameaçando com a ruína de Jerusalém e do sacro Templo, negando o tributo a César, tendo ainda o atrevimento de entrar com ramos e em triunfo, com grande parte da plebe, dentro da cidade de Jerusalém.Que seja ligado e açoitado, e que seja vestido de púrpura e coroado de alguns espinhos, com a própria cruz aos ombros para que sirva de exemplo a todos os malfeitores, e que, juntamente com ele, sejam conduzidos dois ladrões homicidas; saindo logo pela porta sagrada, hoje ANTONIANA, e que se conduza JESUS ao monte público da Justiça, chamado CALVÁRIO, onde crucificado e morto ficará seu corpo na cruz, como espetáculo para todos os malfeitores, e que sobre a cruz se ponha, em diversas línguas, este título: JESUS NAZARENO, REX JUDEORUM.Mando, também, que nenhuma pessoa de qualquer estado ou condição se atreva, temerariamente, a impedir a Justiça por mim mandada, administrada e executada com todo o rigor, segundo os Decretos e Leis Romanas, sob as penas de rebelião contra o Imperador Romano.
Testemunhas da nossa sentença:Pelas dozes tribos de Israel: RABAIM DANIEL; RABAIM JOAQUIM BANICAR; BANBASU; LARÉ PETUCULANI.Pelos fariseus: BULLIENIEL; SIMEÃO; RANOL; BABBINE; MANDOANI; BANCURFOSSI.Pelos hebreus: MATUMBERTO.Pelo Império Romano e pelo Presidente de Roma: LÚCIO SEXTILO E AMACIO CHILICIO. "

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

“Socorro, mi papá está Borracho!”

No mês de setembro estivemos viajando para ajudar no Treinamentos das Missionárias Educadoras dos PEPEs na Colômbia e, também, no Peru.

Na Colômbia, o treinamento foi em Bogotá, onde estão as Coordenadoras Carmem Ligia Ferreira e Ana Loide Leão (nossas missionárias JMM), e que fazem um excelente trabalho.

As equipes participaram onde já estão funcionando os PEPEs e outros que deverão começar no próximo ano letivo. Fomos também a Bucaramanga onde há um lindo ministério de evangelização das crianças dos PEPES e suas familias. Passamos por varias áreas de guerrilha: ainda existem lugares chamados de “zonas Rojas”, onde é muito perigoso para estrangeiro entrar. Assim sendo, as Igrejas enviam suas equipes para cidades mais seguras. Depois de treinados, eles voltam pra fazer a obra mas, o que impressiona é que não importam os obstáculos, existe o desejo de fazer Cristo conhecido.

O que me impressionou na grande Bogotá, que possui mais de 8 milhões de pessoas, é uma região muito grande chamada Cazuca, onde existem mais de 300 mil crianças sem escola, e ali deverá começar um PEPE, que já está sendo disputado pelas famílias. É um lugar muito pobre,um campo missionário desafiador...

Depois de uma semana fomos ao Peru, ali existem 21 PEPEs distribuídos pelo País, mas este Treinamento foi o primeiro em nível Nacional. Participaram 60 Missionários Educadores por 3 dias na cidade de Shiram.

Ouvi muitos testemunhos, entre eles o de uma Missionária Educadora chamada Clorinda.
Ela disse:
-Tenho um menino no PEPE que se chama Javier e Deus está escrevendo uma nova historia na vida de sua família.
- Ah sim? E como foi isto? Perguntei:
- La senhora Julia , matriculou o Javier de 5 anos no PEPE, sem que seu esposo soubesse que era na Igreja dos “evangelios”. Respondeu ela.
O marido a agrediu e disse: -“Se vc não tirar Javier lá do PEPE, vou te matar. Te quebro de pau, Javier é um burro mesmo não precisa ir à escola, não vai aprender nada mesmo!!”
A mãe desesperada disse à Missionaria Educadora:
-Vou tirar o Javier do PEPE, pois meu marido falou que se eu não fizer isto vai me matar, e ontem já me bateu muito, além disso: nosso filho é um burro mesmo, é perder tempo...
_ Sabe o que vamos fazer? Disse Clorinda. _ Vamos orar por seu esposo para que Deus toque seu coração e Javier possa continuar assistindo às classes.

Os dias passaram a mãe foi espancada muitas vezes, mas Javier continuou.
Ele aprendeu a orar, memorizou o salmo 23, as canções que falam do amor de Deus. É muito inteligente, ensinou à mãe o salmo 23, e o pai sempre bêbado, quando o via, “rosnava”:
-Para que perder tempo indo ao PEPE? Você é um inútil...nunca vai aprender nada mesmo!
Não tardou muito e a mãe entregou sua vida ao Senhor.
Muitas vezes Javier chegava ao PEPE correndo desesperado:
-Socorro, socorro! Meu pai está “borracho”(bêbado). Por favor! Não deixa ele me bater.Vamos orar professora, vamos orar para que mi Papá não seja mais borracho...

Hoje o senhor Fred, pai de Javier já aprendeu o salmo 23, vai algumas vezes à Igreja e já não olha os “evangelios” com desconfiança. Javier é o melhor aluno daquele PEPE. Deus está escrevendo uma nova historia nesta família!! Ore para que Deus possa completar a obra no coração do pai do Javier.

Gloria A Dios pues El apagou una historia e está escribindo una otra mucho mas hermosa!!
Faça parte do PEPE!!! Ajudenos a ajudar !!!

Obrigado por suas orações, pelo seu amor e carinho.

Um abraço dos seus missionários no Paraguay
Pr.Carlos Alberto da Silva
Lidia Klava da Silva

Para saber mais:
http://www.jmm.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1217&Itemid=275

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Sonhos Formosos

(Êxodo 2)

Alyne Thacila Garcia[1]

· Êxodo 1 – Após a saga de José do Egito (o sonhador), com a sua morte, o novo Faraó constatou a fecundidade e o crescimento dos hebreus e, interpretando isso como ameaça ao seu reino, oprimiu-os com trabalho forçado e, ainda não satisfeito, decretou a matança de todos os meninos hebreus recém nascidos.

Semelhantemente, ocorreria também com Jesus Cristo que, ao nascer, seria perseguido por Herodes na chacina que ficaria conhecida como a “matança dos inocentes”. Moisés é, portanto, um tipo do Cristo que haveria de vir e seu percurso histórico, como também o de Cristo, apontam-nos a inevitável confrontação entre o reino de Deus e o dos príncipes deste mundo.

Êxodo 2:2 – “O menino era FORMOSO” – Expressão adequada à beleza de Cristo, ou seja, ao que é inspirado por Deus e está dentro dos planos dEle para o homem.

Sonhos formosos são transcendentes, isto é, suplantam realidades adversas e hostis, extrapolando as limitações conjunturais em suas múltiplas facetas: social, econômica, política e religiosa. Tais sonhos tornam-se projetos gerados, nutridos e cuidadosamente cultivados por mentes e corações que não se conformam com este mundo, mas se conformam aos padrões divinos de intrepidez, ousadia e perseverança até a morte, além de serem estratégica e taticamente executados mediante irrestrita confiança na providência divina.

Há, neste sentido, alguma semelhança entre o povo de Deus e o mundo? Deveria haver mais dessemelhança, na medida em que a nós cristãos é facultada essa capacidade de transcendência da realidade imediata. Nossos sonhos devem ser necessariamente mais espirituais, mais despojados e altruístas que aqueles que vemos sendo executados mundanamente, conquanto materialmente grandiosos como, por exemplo, as sete maravilhas do mundo, entre as quais figuram as pirâmides do Egito.

Enquanto Faraó sonhava com suntuosos monumentos construídos com os tijolos sacrificialmente produzidos pelos Hebreus, uma mulher foi encorajada a sonhar. Joquebede, a mãe de Moisés, transcendendo as adversidades do contexto opressor em que estava inserida, concebeu, gerou, nutriu e escondeu o recém nascido por três meses, até que não mais podendo ocultá-lo...

· Êxodo 2:3 – CALAFETOU E BETUMOU UM CESTO - Deus quer usar o homem em Seu plano. Mas não podemos simplesmente sonhar inconsequentemente. Temos o dever de projetar e criar estratégias para viabilizar o sonho, para materializá-lo concretamente.
Jesus também valorizou o planejamento, quando ensinou parabolicamente a importância estratégica dos planos, com a imagem de um rei ou general que, vendo vir contra ele um exército mais numeroso, assenta-se e avalia se tem meios de vencer, do contrário envia embaixadas que apresentem condições de paz ao adversário. Ficou ilustrada ainda a tática de quem quer edificar uma casa: este tal deve assentar-se e verificar se terá os recursos para acabá-la, do contrário será alvo de chacota por parte dos passantes que, ao contemplarem a obra inacabada, menearão a cabeça e dirão: “_ começou a obra, porém não teve como concluí-la”. Todos temos muito a aprender com isto, não?

LARGOU-O NO RIO - "o sonhar é do homem, mas o realizar é de Deus". Se os sonhos são inspiração de Deus, o controle deve estar nas mãos Dele! Não devemos estar ansiosos com o desenrolar dos fatos.

Provérbios 16:9 diz: “Do homem são os planos, mas Deus é quem lhe dirige os passos”. Isto quer dizer que nos é lícito sonhar e acalentar esperança, porém ao pretender materializar nossos sonhos, não podemos prescindir da direção de Deus a cada passo.

Êxodo 2:4 - A irmã do menino (Miriã) representa a intercessão. Devemos lembrar de que é a oração que move a mão de Deus na viabilização de nossos sonhos. Para termos a visão de Deus, necessitamos desenvolver nossa intimidade com Ele. Relacionamento é a tônica aqui. Não podemos pretender colher resultados em contatos esporádicos e superficiais, sem envolvimento, sem compromisso.

Como Miriã, devemos acompanhar a evolução, o andamento e as providências indispensáveis à consecução do plano, para interceder no momento oportuno. Deus já havia providenciado a salvação para o menino, através da acolhida dada a ele pela filha de Faraó. O fato de ter sido a irmã a intercessora, abre-nos a perspectiva de compartilhamento de nossos sonhos com o nosso próximo, com vistas a agregarmos sua intercessão em favor de nossos projetos.

Êxodo 2:7-10 - Deus nos surpreende sempre, mesmo quando sonhamos os planos de Deus mesmo, pois não conseguimos contemplar a grandiosidade de Sua obra, em que os obstáculos que nos aparecem servem para glorificar o nome do Senhor.

Porém, em função da intercessão de Miriã, foi dado à mãe legítima de Moisés (Joquebede) a prerrogativa de criá-lo e educá-lo durante o período de amamentação, com a benção adicional de ainda ser paga, assalariada para isso. Uma intercessão competente e comprometida há de viabilizar a superação de todas as expectativas. É fundamental tributar a Deus a glória devida exclusivamente ao seu nome, não lhe usurpando os méritos pelos resultados como se fossem frutos de nossa pseudo-competência.

Hb 11:24 - Quem foi Moisés? Assim como esse menino, os planos de Deus trazem libertação, orientação e aliança com Deus. Há sempre um propósito divino a ser cumprido, mesmo quando nos é facultado sonhar, devemos ter sempre em perspectiva a nossa sujeição à soberania divina.

É um privilégio natural do homem sonhar, posto que os animais não têm a faculdade de projeção mental, mas nós precisamos conceber os formosos sonhos de Deus. Também devemos saber que as nossas vidas já são um projeto de Deus, pelo que devemos perseguir com pertinácia, intrepidez e ousadia o propósito divino em nossa vocação e comissionamento para a missão que nos for designada por Ele.

Para tanto, nossos sonhos devem ser formosos do ponto de vista de Deus, precisam ser gerados a partir da inspiração do alto, já que todo dom perfeito vem do céu; hão de ser cuidados e cultivados com persistência, comprometimento e fé, para serem entregues aos cuidados da providência divina, cujo propósito último é sempre a glória de Deus.

[1] Missionária comissionada pela SIBPP no navio LOGOS2
http://www.sibpp.org.br

A Bíblia: Salvação x Condenação

"E graças a Deus, que sempre nos faz triunfar em Cristo, e por meio de nós manifesta em todo o lugar a fragrância do seu conhecimento. Porque para Deus somos o bom perfume de Cristo, nos que se salvam e nos que se perdem. Para estes certamente cheiro de morte para morte; mas para aqueles cheiro de vida para vida. E para estas coisas quem é idôneo? Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus, antes falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus." (II Corintios 2:14-17)

O sargento Ubirajara Alves e seus companheiros de farda sofreram um ataque na noite de 7 de setembro, quando dez homens chegaram à base da Polícia Militar atirando. Ele levou um tiro de raspão no tronco, um na perna e outro no braço. A quarta bala ficou alojada dentro de uma Bíblia, guardada em sua bolsa. E é essa pista que pode levar a polícia a um dos suspeitos dos disparos.

Exames de balística comprovaram que o projétil saiu de uma arma usada pela Polícia Militar de Pernambuco que estava sob a guarda do soldado Romilson Faustino da Silva, de 42 anos, 18 deles na polícia. Ele está preso e nega ter participado do crime. “Da arma dele saiu projétil que ficou alojado na bíblia do sargento Ubirajara. Então, se foi da arma dele e, se ele não apresentar quem atirou, será responsabilizado”, disse o coronel Guissepe Souza que preside o inquérito.

Nesta terça-feira, ele apresentou uma das armas usadas no ataque ao trailer da PM às margens de uma rodovia federal. A região faz parte do chamado “Polígono da Maconha”, no município de São Francisco, sertão do Estado.

Ataque
De acordo com o inquérito, no momento do ataque, quatro dos cinco policiais que estavam no local dormiam. O único que estava acordado não teve tempo de reagir, levou dois tiros e morreu na hora. Outros dois policiais foram baleados, mas se recuperam. Os bandidos roubaram armas, rádios comunicadores e telefones celulares. Segundo o sargento Ubirajara, ele só escapou porque a Bíblia que carregada na bolsa serviu como escudo."

Os milhões da Renascer
Bispos foram flagrados com milhares de US$ dentro da Bíblia.

Fonte: site do Jornal da Globo

Ponto de Vista

Trata-se do Válter Júnior (meu ex-colega de TELEBRÁS), que ficou cego e despertou para uma linda vocação de louvor e serviço cristãos. No link abaixo, você encontrará seu testemunho, suas músicas inspiradas e seu projeto de Inclusão Digital dos Cegos:
http://intervox.nce.ufrj.br/~valterjr/

Projeto Atos de Vida

Trata-se de um serviço social prestado a partir de uma OSCIP, sob a coordenação do Pr. Hélio Alfinito (ex-colega da TELEBRÁS), objetivando a Inclusão Digital de comunidades carentes do DF:
http://www.proatosvida.org.br/

O que é Fé?

Adaptação do texto original de Fadi Faraj
Pastor Sênior da Comunidade Cristã Ministério da Fé

Hb 11:6 - “Ora, sem fé é impossível agradar a Deus, porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que é galardoador dos que o buscam”.

O que é fé?

É isso que veremos nas linhas que se seguem: ela não é apenas um sentimento, mas muito mais do que aquilo que sentimos. Através dela agradamos a Deus, e assim chamamos Sua atenção para nós, trazendo a realidade do Reino de Deus para nossas vidas.

Aprendemos, através da nossa cultura, como fazer promessas, como ser penitente; aprendemos a não fazer certas coisas com medo de que Deus nos castigue de alguma maneira. Isso tudo é coreografia e religião, mas Deus tem nos chamado para muito mais.

A fé vai muito além da religião. Ela precisa fazer parte dos nossos relacionamentos, dos nossos negócios; ela veio para se tornar viva e habitar no nosso meio, em nossos lares, em todos os nossos relacionamentos; ela é uma realidade diária e constante.Veremos a seguir algumas definições importantes, que irão trazer a realidade da fé para nossas vidas.

1. Fé é Crer sem Ver

Em Hb 11:1, vemos que “a fé é a prova das coisas que se não vêem”. É ver o que não existe como se já fosse realidade. É ver a aprovação no vestibular, visualizar um casamento; é enxergar a necessidade suprida.

Aconteceu assim com os astronautas: em sua época eles visualizaram a bandeira do seu país fincada no espaço. Para muitos era loucura, mas eles viram o invisível e, assim, materializaram o que viam.

Acontece conosco desta maneira: primeiro o milagre acontece em nós, para depois se materializar. Como uma árvore que nasce a partir de uma pequena semente que é lançada na terra, assim é uma palavra que germina em nossos corações, gera vida e desperta o milagre em nós; isso é fé. A fé não é ver (para crer), mas crer sem ver, confiar em Deus mesmo quando não se está vendo nada à frente.Para o homem que tem fé, basta uma Palavra de Deus e tudo acontece.

2. Obedecer Mesmo Sem Entender

Abraão nos ensina esse princípio: ele saiu da sua terra sem saber para onde ia. Ele obedeceu a Deus mesmo sem entender seus propósitos, não entendia o que Deus estava fazendo, mas obedeceu. O nosso problema é que queremos entender. Deus nos ensina que não é pelo nosso entendimento da vida que teremos sucesso, mas através da fé.

Como homem natural, queremos garantias, segurança e estabilidade, mas nossa garantia é Deus. Se temos uma palavra de Deus temos tudo, é disso que precisamos para prosseguir. O Senhor quer quebrar as barreiras do natural, da religião e nos levar a viver por fé, crendo e avançando para o melhor, muitas vezes por um caminho que não entendemos - mais longo, de perdas, com tristeza, mas que nos leva ao melhor de Deus.

Oramos a Deus dizendo que queremos seguir seus caminhos. Mas, será que temos coragem de perguntar a Deus o que Ele quer de nós? Queremos fé, mas não queremos ser provados por ela. Aí está o ponto – nossa fé precisa estar baseada em Deus e não em nossos limitados recursos, esta fé precisa ter a motivação certa, que é Deus. Assim foi com Abraão e seu filho, que foi levado como sacrifício a Deus. Assim aconteceu com o jovem rico quando Jesus pediu seu tesouro.

O que Ele tem pedido a nós? Essa verdade precisa estar marcada em nossos corações – viver do modo de Deus e não da nossa maneira, mesmo que muitas vezes não O entendamos.

3. Persistir Mesmo Sem Sentir

Nós não vivemos por sentimentos, mas por fé. A sociedade nos ensina que precisamos satisfazer a nossa vontade, ou seja, a alma guiando nossas decisões. Mas sabemos que aqueles que se movem por sentimento, são guiados pelo vento, ora estão bem, ora estão mal. Não é assim que funciona com pessoas que tem fé, compromisso e aliança. Pessoas que cumprem seu propósito para com Deus, são as que vivem por fé; que, apesar das circunstâncias, sabem por quem foram chamadas.

Pessoas prósperas e de sucesso são aquelas que: fazem aquilo que a maioria das pessoas não gostam de fazer; não vivem pela sua vontade, mas têm um compromisso com aquilo que se dispuseram a fazer. Isso é um exemplo para nós. Deus conhece a disposição de um coração decidido, que não vive por sentimento, mas por compromisso. Não podemos simplesmente desistir, devemos persistir, insistir e perseverar.

4. Agradecer Antes de Receber

Hb 11:30 “Pela fé, caíram os muros de Jericó, sendo rodeados durante sete dias”.
Eles venceram algo que era maior e mais forte do que eles, através do louvor. Rodearam as muralhas e cercaram-nas em louvor e adoração e, enquanto faziam isso, sua fé era edificada e fortalecida. Deus estava treinando o povo de Israel e fortalecendo-o.

Assim acontece conosco: somos fortificados através da oração, do louvor e da esperança.

5. Confiar Sem Ter

Deus ouve toda oração. Ele ouve e responde, mas não como esperamos. Ele não é como uma máquina em que colocamos orações e... saem as bênçãos. Ele nos ama e por isso sabe o melhor para nós e que, muitas vezes, não é aquilo que pedimos. Aí está o ponto do viver pela fé: agir em fé não significa que tudo será do jeito que queremos, mas viver daquilo que Deus tem para nós. Só existe um jeito e é o jeito de Deus.

Andar no caminho de Deus não significa ausência de fornalha, de tribulação ou tristeza mas que, em todos estes momentos, Deus estará conosco. A fé não é uma coisa louca e inatingível que só alguns podem ter, mas é uma posição diante de Deus para construir uma vida. Querido, Deus não está interessado em nosso conforto mas em nosso caráter, por isso devemos confiar, mesmo sem ter.A verdadeira fé se desenvolve nos vales da vida, quando os sonhos demoram a ser realizados.

Pr. Fadi Faraj
http://www.ministeriodafe.com.br/

Keep this bell ringing...

THE BELL
I KNOW WHO I AM
I am God's child (John 1:12)
I am Christ's friend (John 15:15)
I am united with the Lord(1 Cor. 6:17)
I am bought with a price(1 Cor. 6:19-20)
I am a saint (set apart for God). (Eph. 1:1)
I am a personal witness of Christ (Acts 1:8)
I am the salt & light of the earth (Matt.5:13-14)
I am a member of the body of Christ(1 Cor 12:27)
I am free forever from condemnation ( Rom. 8: 1-2)
I am a citizen of Heaven. I am significant (Phil.3:20)
I am free from any charge against me (Rom. 8:31-34)
I am a minister of reconciliation for God (2 Cor.5:17-21)
I have access to God through the Holy Spirit (Eph. 2:18)
I am seated with Christ in the heavenly realms (Eph. 2:6)
I cannot be separated from the love of God(Rom.8:35- 39)
I am established, anointed, sealed by God (2 Cor.1:21-22)
I am assured all things work together for good (Rom. 8: 28)
I have been chosen and appointed to bear fruit (John 15:16)
I may approach God with freedom and confidence (Eph. 3: 12)
I can do all things through Christ who strengthens me (Phil. 4:13)
I am the branch of the true vine, a channel of His life (John 15: 1-5)
I am God's temple (1 Cor. 3: 16). I am complete in Christ (Col. 2: 10)
I am hidden with Christ in God (Col. 3:3). I have been justified (Romans 5:1)
I am God's co-worker (1 Cor. 3:9; 2 Cor 6:1). I am God's workmanship ( Eph. 2:10)
I am confident that the good works God has begun in me will be perfected (Phil 1: 5)
I have been redeemed and forgiven (Col. 1:14).
I have been adopted as God's child (Eph 1:5)
I belong to God
Do you know
who you are!?
Keep this bell ringing...
pass it on :)
"The LORD bless you and keep you; the LORD make His face shine upon you and be gracious to you; the LORD turn His face toward you and give you peace."
Numbers 6:24-26

Ouça a voz do Criador!

Encontre, a partir do link abaixo, diversas animações em FLASH, relacionadas a temas bíblicos e especialmente úteis na proclamação do Evangelho aos pequeninos...
http://www.kids4truth.com/cv/voice.html